- Sabes que te amo?
- Sei.
- Sabes que amo os teus tomates, não sabes?
(risos) - Sim, sei.
- Sabes que se me traíres fico com eles de recordação?
- ...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
Ordem
Penetra-me até ao cérebro. Até que o adormeças e eu já me não lembre quem sou, quem és, onde estamos e porquê.
Até que só me interesse que me penetres até à alma. Faz-me sentir que tenha vindo contigo desde toda a eternidade e esteja embrulhada na excitação que é reencontrar-te de novo pela primeira vez.
Leva-me para o não pensamento, a não memória.
Tira-me o juízo. Faz-me existir.
Converte-me ao verbo ser.
Até que só me interesse que me penetres até à alma. Faz-me sentir que tenha vindo contigo desde toda a eternidade e esteja embrulhada na excitação que é reencontrar-te de novo pela primeira vez.
Leva-me para o não pensamento, a não memória.
Tira-me o juízo. Faz-me existir.
Converte-me ao verbo ser.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Essa do "nada acontece por acaso"...
( a expressão "nada acontece por acaso" - que, "por acaso" - passo a vida a mencionar, não será treta?)
E se na verdade tudo acontecer por acaso, mas depois de acontecer se encontre sempre o significado e o sentido - porque encaixamos num determinado ponto do decurso da nossa vida e é em si mesmo o ponto de início de uma série de acontecimentos subsequentes?
E se tudo acontecer simplesmente por acaso? E se o acaso simplesmente não existir na realidade? E tudo aconteça porque, inevitavelmente, algo tem de acontecer?
E se na verdade tudo acontecer por acaso, mas depois de acontecer se encontre sempre o significado e o sentido - porque encaixamos num determinado ponto do decurso da nossa vida e é em si mesmo o ponto de início de uma série de acontecimentos subsequentes?
E se tudo acontecer simplesmente por acaso? E se o acaso simplesmente não existir na realidade? E tudo aconteça porque, inevitavelmente, algo tem de acontecer?
A substituta
Matas em mim as saudades de outra mulher.
Sou eu que me deito na tua cama; mas é outro corpo que vês, outro cabelo que acaricias, outra pele que agarras. Tomas-me como quem concretiza uma alucinação em forma de gente.
E quando morres dentro de mim, há outra que renasce dentro de ti.
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