Reserva-se de um modo geral aos que conhecem bem os medicamentos, e de um modo particular àqueles que trabalham em farmácias.
As músicas que passam na farmácia onde trabalho:
Faixa 1 - Flagyl, esta noite noite estou tão Flagyl...Flagyl, já nem consigo ser ágil.
Faixa 2 - Oh Narhinel, oh Narhinel. Oh Narhinel, nu ta brinca só iá iá
Faixa 3 - Depuraliiiiina, silêncio calma, feitiçaria na tua alma...
Faixa 4 - You can be my umbr - Elás, Elás, Elás. Ei ei ei.
Ai Vichy Maria, que risota :)
sábado, 16 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Energia
É impressionante pensar que pessoas inventaram pilhas. As pilhas são coisas maravilhosas. Gostava de perceber o que se passa lá por dentro.
Não obstante, as pilhas estão a dar cabo do meu projeto de tese de mestrado, por motivos que não interessam especificar. Não estou certa que a culpa seja das pilhas, ponho a hipótese do meu fracasso temporário se dever à lacuna de conhecimentos que detenho na área da física quântica.
E sim, a dissertação é em enfermagem de cuidados paliativos.
Não obstante, as pilhas estão a dar cabo do meu projeto de tese de mestrado, por motivos que não interessam especificar. Não estou certa que a culpa seja das pilhas, ponho a hipótese do meu fracasso temporário se dever à lacuna de conhecimentos que detenho na área da física quântica.
E sim, a dissertação é em enfermagem de cuidados paliativos.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Despedida
Quando se tem vergonha daquilo que se pensa, diz ou faz, e a menos que se seja obstinadamente cego da alma, tem-se a oportunidade de ver um pedaço de nós próprios.
Saber o que é errado, relembra o que é certo. E depois é preciso escolher, entre o certo e o errado, e também isso revela outra parte de nós. (E o certo e o errado, existem?)
As palavras são formas de materializar o pensamento - as palavras constroem, iludem e são formas de comportamento. Dizer é fazer.
E, quando as palavras se gastam pela fraqueza do espírito, restam só as que se reservam à despedida.
Toda a despedida é dor... tão doce todavia, que eu te diria boa noite até que amanhecesse o dia (Shakespeare)
Adeus.
Saber o que é errado, relembra o que é certo. E depois é preciso escolher, entre o certo e o errado, e também isso revela outra parte de nós. (E o certo e o errado, existem?)
As palavras são formas de materializar o pensamento - as palavras constroem, iludem e são formas de comportamento. Dizer é fazer.
E, quando as palavras se gastam pela fraqueza do espírito, restam só as que se reservam à despedida.
Toda a despedida é dor... tão doce todavia, que eu te diria boa noite até que amanhecesse o dia (Shakespeare)
Adeus.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Ainda há pouco
Pedi-lhe ajuda, pedi que me consertasse ao som da fix you, o coração apertado como já não me lembrava. E ele disse-me que às vezes é preciso errar. Provavelmente é isso mesmo que me faz falta: perder o medo de decidir por causa do medo de errar.
Bom mesmo era que o mundo parasse de girar e concentrasse tudo num momento, solene de silêncio comigo. Em que eu perdesse tudo e não tivesse mais nada em mim senão um rebentamento de paixão de recuperar o que, ao ter perdido, me tinha feito falta. Não é sensato viver desapaixonadamente.
Chegou o cansaço de quem corre sem estar a ir para lado nenhum.
E por falar nisso, hoje tranquei a porta do teatro, a que há umas semanas tinha fechado. Onze anos de sextas-feiras pré-destinadas e agora... e agora?
Bom mesmo era que o mundo parasse de girar e concentrasse tudo num momento, solene de silêncio comigo. Em que eu perdesse tudo e não tivesse mais nada em mim senão um rebentamento de paixão de recuperar o que, ao ter perdido, me tinha feito falta. Não é sensato viver desapaixonadamente.
Chegou o cansaço de quem corre sem estar a ir para lado nenhum.
E por falar nisso, hoje tranquei a porta do teatro, a que há umas semanas tinha fechado. Onze anos de sextas-feiras pré-destinadas e agora... e agora?
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